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sábado, 5 de agosto de 2017

Vestes interiores


Hoje em dia, as vestes têm uma função não só utilitária, para cobrir e proteger, mas servem como forma de distinção social. Por isso, existe uma grande preocupação com a roupa, não só por motivos práticos como higiene e proteção, mas também como forma de se assumir um determinado status social.

Perante o nosso Senhor Jesus, as roupas com que nos apresentamos também têm muita importância. Perante Deus, estamos vestidos com as características da nossa alma, do nosso carácter e também com as nossas obras na terra. Quanto mais semelhante for o nosso carácter, com o carácter de Jesus, e quanto melhores forem as nossas obras, mais excelentes serão as nossas vestes perante Deus.

Um cristão pode estar, para Deus, miseravelmente vestido e até nu, devido a natureza das suas obras e do seu caráter também. O nosso Senhor Jesus diz-nos isso nos versículos seguintes: “pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre cego e nu.” Ap 3:17.


Um cristão cheio de riquezas, mas que vive de forma egoísta sem se preocupar com os outros a sua volta, nem com Deus é uma pessoa espiritualmente pobre e nesta situação o Senhor Jesus aconselha: “Aconselho-te que de mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas.” Ap 3:18.

Para além do cristão precisar de fazer boas obras em favor do próximo, precisa também de ter vestes brancas. Estas vestes são conquistadas com a purificação pelo sangue de Jesus Cristo e também pelo desenvolvimento de algumas características que ajudam o cristão a aproximar-se em caráter de Jesus Cristo.

Uma dessas características é a misericórdia. A misericórdia é capacidade de ser generoso com aquele que está sofrido mas também a capacidade de perdoar as ofensas cometidas contra nós. A prática do perdão purifica a alma da amargura, do ódio e do ressentimento. Para além disso, dá-nos um bom relacionamento com o Pai Celeste: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará;” Mt 6:14


A bondade e a humildade também são essenciais para que as vestes do cristão estejam brancas. A bondade é a capacidade de fazer apenas bem aos outros, indo de encontro as necessidades físicas, emocionais daqueles que estão a nossa volta. Essa caraterística aproxima-nos de Deus porque Deus é bom não apenas com aqueles que O amam mas também com os maus.


A humildade, é a capacidade de se sujeitar a vontade de Deus e ao mesmo tempo é a capacidade de agir sem arrogância, orgulho ou altivez. Um, cristão humilde, ouve a voz de Deus, obedecendo as instruções do Mestre, e comporta-se com os outros sem soberba ou orgulho; inclusive veste-se de forma modesta.


Pela grande importância da humildade, bondade, misericórdia, longanimidade, na vida do cristão, o apóstolo Paulo aconselha-nos a revestir-nos sempre destas características, como vemos no versículo a seguir: “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade.” Cl 3:12.


Nos momentos difíceis onde somos convidados pela carne e pelo mundo a desviar-nos na Palavra de Deus, devemos revestir-nos destas características e comportar-nos de forma que agrada a Deus. Todas as atitudes da carne desagradam a Deus e devem ser evitadas por nós. “Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus.” Rm 8:8.


Deus deseja que as nossas vestes sejam alvas em todo o tempo, como vemos a seguir: “Em todo tempo sejam alvas as tuas vestes, e jamais falte o óleo sobre a tua cabeça.” Ec 9:8 Por isso devemos a cada dia preocupar-nos sobre como estão as nossas vestes perante Deus e lutarmos para mantermos as nossas vestes brancas, pois o Espírito Santo com certeza nos ajudara a cada dia a alcançar esse objetivo.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Simples como as pombas


O nosso Senhor Jesus ao enviar os seus doze discípulos para pregarem o evangelho, para curarem toda a sorte de enfermidades, e para expelirem espíritos imundos, aconselhou-os a serem simples como as pombas como vemos a seguir: “Eis que vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas.” Mt 10:16.

A simplicidade é portanto, fundamental para que os cristãos se assemelhem em carácter ao Senhor Jesus, para fazerem as obras que o nosso Senhor Jesus nos ordena, e para que possam renegar as influências do mundo, como a concupisciência da carne, a concupisciência dos olhos e a soberba na vida.

A simplicidade do cristão está relacionada com a humildade, ausência de soberba e de arrogância. Podemos ver na Bíblia várias passagens que nos alertam a não sermos soberbos. Uma destas passagens é o versículo a seguir: “Ao que as ocultas calunia o próximo, a esse destruirei, o que tem olhar altivo e coração soberbo, não o suportarei” Sl 101:5.

A soberba é o oposto do carácter do cristão, do carácter no nosso exemplo, o Senhor Jesus Cristo. O nosso Mestre, Jesus Cristo, não era soberbo, pelo contrário era manso e humilde de coração. O nosso Senhor não se exaltava a si mesmo, nem com trajes finos, nem com um olhar altivo para com o próximo.

O nosso Mestre era humilde em todas as áreas da vida e podemos destacar a sua grande humildade nos seus relacionamentos, e na forma humilde como vivia na terra, sem ter inclusive onde reclinar a cabeça. Nos seus relacionamentos, ou seja, na forma como lidava com as outras pessoas o nosso Mestre não demonstrava um olhar altivo para com ninguém: nem para o pecador, nem para o mendigo.

No evangelho segundo João, vemos que o nosso Senhor não olhou com altivez ou com superioridade para a mulher adúltera, como os escribas, os fariseus e todos aqueles que vieram para apedreja-la. Vemos isso nos versículos a seguir: “Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém mais além da mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem eu tão pouco te condeno; vai e não peques mais.” Jo 8:10-11.

Como vemos o nosso Senhor não a condenou, como os escribas e fariseus, que eram o modelo, na altura, de conduta e que por isso achavam-se melhores que os outros. Pelo contrário, o Senhor Jesus estendeu-lhe a oportunidade de começar uma nova vida em vez de a condenar a morte. Por isso devemos seguir o exemplo do Senhor Jesus, e não ter um olhar altivo perante o pecador ou o mendigo.
 
Apesar de ser Filho de Deus, Criador dos céus e da terra, de ter poder para multiplicar pães e peixes, transformar água em vinho, o nosso Senhor Jesus não vivia faustosamente na terra; mas sim como toda a humildade, vivendo servindo aos outros em vez de ser servido. Em Filipenses, está referido a forma como o Senhor Jesus esvaziou-se da sua glória e se entregou na cruz do Calvário por amor a nós.

Podemos ver isso a seguir: “antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz.” Fp 2: 7-8. O esvaziamento do Senhor Jesus permitiu que cumprisse obedientemente a vontade do Pai e que se entregasse na cruz do Calvário por nós. Por isso devemos também nos esvaziar, no nosso eu e das nossas prioridades.

Temos a promessa de que Deus exalta a aqueles que se humilham, que se reconhecem como pecadores e que se sujeitam a vontade de Deus Pai sem se acharem superiores ao seu próximo. Deus Pai exaltou ao Senhor Jesus depois de o nosso Senhor ter-se humilhado e de ter-se entregue a morte no Calvário pela humanidade. Por isso o nosso Senhor Jesus hoje está sentado a dextra de Deus Pai e tudo governa.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

O caracter dos cidadãos do reino de Deus


O nosso Mestre Jesus Cristo indicou-nos no seu sermão do monte a forma como os seus discípulos, os verdadeiros cidadãos do reino, deveriam viver a partir do momento em que fossem salvos, e por isso integrantes no grande povo do Reino de Deus.

No evangelho segundo Mateus, no capítulo 5, encontra-se então as bem-aventuranças para todos os seguidores de Cristo, que apontam-nos para as qualidades do caracter do cristão. Estas bem-aventuranças são descritas a seguir.



1.    “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.”Mt5:3


Nós, os cristãos devemos manter a consciência da nossa natureza pecaminosa, depois de obteremos a salvação e desenvolver, a medida que caminhamos com o Mestre, a humildade, uma consciência da grandeza de Deus e da incapacidade de viveremos sem o seu Salvador e o poder do Espírito Santo. Sem a graça e o poder de Deus é impossível ao homem servir a Jesus Cristo e viver de forma que O agrade. Essa dependência deve fazer-nos olhar com amor os pecadores a nossa volta e provocar em nós o desejo de que outros possam ser alcançados também pela graça salvadora.

O nosso coração deve ser portanto, compungido e contrito como é descrito pelo salmista: “Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito não o desprezarás, ó Deus.”Sl 51:17

Sem dúvida alguma, um coração compungido e contrito nunca é desprezado por Deus como nos é descrito pelo nosso Mestre com a parábola do publicano:” O publicano estando de pé, longe não ousava nem ainda levantar os olhos aos céus, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus sê propício a mim pecador! Digo-vos que este desceu justificado e não aquele; porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado. Lc 18: 13-14. Humilhemo-nos, pois, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno nos exalte (1Pe 5:6).

Por isso, devemos-mos lembrar sempre de que somos pecadores, que pesava sobre nós uma condenação eterna que foi revogada devido ao sacrifício vicário de nosso Senhor Jesus Cristo. Por muito bondosos que fossemos, ou por muitas obras que praticássemos nada seria suficiente para pagar o preço da salvação. Apenas o sacrifício do Filho de Deus nos trouxe a salvação e a reconciliação como Pai celeste. Jesus Cristo, pelo seu imenso amor aceita-nos como pecadores que somos, nos consola e purifica: “ Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido.” SL 34:18

 

2.    “Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.” Mt 5:4

Para além de não nos devermos esquecer que somos pecadores, devemos quando pecamos, chorara pelos nossos pecados «Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação; que a ninguém traz pesar […]» 2Co 7:10. Devemos também chorar pelos pecados dos que estão a nossa volta, como fez Neemias perante os pecados do seu povo (Ne 1:4,6) ou como como fazia o salmista:” Torrentes de água nascem dos meus olhos, porque os homens não guardam a lei.” Sl 119: 136. Esta atitude é muito apreciada pelo nosso Senhor, que vê as nossas lagrimas e responde as nossas súplicas. Quando temos essa atitude mostramos sensibilidade em relação ao nosso pecado e aos pecados dos nossos irmãos.



3.    “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.”Mt 5:5

O nosso Senhor Jesus Cristo é o exemplo de mansidão para todos os cristãos por isso Ele nos aconselha:” Tomais sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma.” Mt 11:29

O apóstolo Paulo recomenda-nos a andar de modo digno da vocação a que fomos chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-nos uns aos outros em amor ( Ef 4:1-2). Mansidão é uma atitude de submissão, humildade e obediência perante a voz de Deus que é oposta ao orgulho. É uma força que é submetida a Deus e canalizada para o serviço dos outros.

 

4.    Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos.”Mt 5:6

Para além da humildade, da sensibilidade em relação aos pecados, e da mansidão devemos ter fome e sede da palavra de Deus, pois como diz o salmista os mandamentos de Deus são a justiça e por isso “ A minha língua celebra a tua lei, pois todos os teus mandamentos são justiça.” Sl 119:172.

Esse amor pela palavra de Deus deve fazer como que cada um de nós obedeça a ordem do Mestre: “ buscai pois em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” Mt 6:33. É importante que amemos a Deusa cima de tudo e por isso obedeçamos a Sua Palavra.

 

5.    Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.” Mt 5:7

O nosso Deus é um Deus misericordioso e Ele quer que sejamos também misericordiosos com aqueles que estão a nossa volta: “ Pois misericórdia quero, e não sacrifício, e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos.” Os 6:6. Por diversas vezes o Senhor adverte-nos nas Escrituras a Sua vontade: “ Ele te declarou ó homem, o que é bom e o que é que o Senhor pede de ti: que pratiques a justiça, ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus.” Mq 6:8.

O amor ao próximo deve traduzir-se em atos de misericórdia por aquele que se encontra aflito ou caído como fez o bom samaritano: “ Certo samaritano, que seguia o seu caminho, passou-lhe perto e, vendo-o, compadeceu-se dele. E, chegando-se pensou-lhe os ferimentos, aplicando-lhes óleo e vinho; e, colocando-o sob o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e tratou dele.” Lc 10:33-34.

Devemos também nos lembrar a cada ofensa cometida pelo nosso irmão que o Senhor Jesus, perdoou-nos todas as nossas dívidas, e que pagou com o seu sangue a nossa salvação; e por isso, devemos perdoar também as ofensas cometidas pelo nosso próximo, como nos descreve o nosso Mestre com a parábola do credor incompassivo (Mt 18:23-35). O Senhor não se agrada quando não perdoamos, pois isso demonstra ingratidão.

 

6.    Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.” Mt 5:8

A pureza é essencial para o nosso relacionamento com o nosso próximo, para nossa batalha espiritual, e acima de tudo, para o nosso relacionamento com Deus. O salmista refere que permanece na presença de Deus “ O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente.” Sl 24:4

Em outro salmo, o salmista refere ainda que habitará no tabernáculo de Deus «O que vive com integridade, e pratica a justiça, e de coração, fala a verdade; o que não difama com a língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho; ao que a seus olhos, tem por desprezível o réprobo […]» Sl 15:2-4.

Assim, a pureza tem como essência estarmos livres de duplicidade, falsidade, hipocrisia ou máscara. Por outras palavras, a pureza é estar coma a mente única e sem culpa. O santo Tiago recomenda-nos na sua epístola: “ Chegai-vos a Deus e Ele se chegará a vós outros. Purificai as mãos pecadores; e vós que sois de ânimo dobre, limpai o coração.” Tg 4:8.

Para purificarmos os nossos corações contamos com o sangue purificador do nosso Senhor Jesus Cristo e com a certeza de que “Se confessarmos os nossos pecados ele é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar de toda a injustiça.” 1Jo 1:9.

Na nossa caminhada, para mantermos o coração puro devemos alimentar o nosso coração com a Palavra de Deus, para não termos a mentalidade do mundo, e devemos pensar apenas nas coisas que são agradáveis ao nosso Mestre: “ Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe isso é o que ocupe o vosso pensamento.” Fp 4:8.

 

7.    Bem- aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.”Mt 5:9

Deus chama-nos para vivermos em paz com todos; portanto, “ se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens.”Rm 12:18.

Deus também convida-nos a sermos embaixadores de Cristo e portadores do ministério da reconciliação dos homens com Deus.” Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação. «[…] De sorte que que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio.[…]» 2Co 5:18,20.

Por isso devemos sempre exercitar o perdão a cada ofensa sofrida para que possamos agradar a Jesus Cristo e sermos canais de bênção para o que nos tiver ofendido: “ Antes sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também, Deus, em Cristo, vos perdoou.” Ef 4:32. O nosso Mestre aconselha-nos a paciência em vez de retaliação, o perdão das injustiças e a restauração do relacionamento com o próximo e com Deus.

 

8.    Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.” Mt 5:10

Sobre a perseguição, o apóstolo Paulo avisa-nos na sua segunda epístola a Timóteo que «[…] todos os que querem viver piedosamente em Cristo serão perseguidos.» 2Tm 3:12. Contudo, devemos alegrar-nos por sermos participantes do sofrimento de Cristo e lembrar-nos do aviso do Mestre “ Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim.”Jo 15:18. Por isso, devemos buscar o revestimento do Espírito Santo para termos uma lealdade ao nosso Mestre firme e inabalável perante as perseguições.

 

9.    Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós.”Mt 5:11

O apóstolo Pedro avisa-nos também “ Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus”. 1Pe 4:14. O apóstolo diz mais “Mas, ainda que venhais a sofrer por causa da justiça, bem-aventurados sois. Não vos amedronteis, portanto, com as suas ameaças, nem fiqueis alarmados;” 1Pe 3:14 Devemos estar disponíveis para sofremos pela Palavra de Deus e pelo nome do nosso Senhor Jesus Cristo.