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terça-feira, 25 de julho de 2017

Jesus amava constantemente


O nosso Senhor Jesus é a pessoa principal da fé cristã, aquele que é o motivo da existência da Igreja. Ao mesmo tempo é aquele que nos dá o exemplo de como devemos proceder. Jesus Cristo teve um ministério intenso, e antes de ser entregue a morte pelos nosso pecados, Ele orou pelos seus discípulos; aqueles a quem Deus Pai o tinha dado e a quem Jesus amou até ao fim.


Vemos as palavras de Jesus na sua oração ao Pai Celeste no versículo seguinte: “Manifestei o teu nome aos homens que me deste do mundo. Eram teus, tu mos confiaste, e eles têm guardado a tua palavra.(...) Quando eu estava com eles guardava-os no teu nome, que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura.” Jo 17:6,12.


Aqueles a quem Deus Pai tinha dado a Jesus, foram protegidos e amados até ao fim, como nos diz o versículo seguinte: “Ora, antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim.” Jo 13:1.


Jesus Cristo amava constantemente: aqueles que o seguiam e a todos os que se encontravam com Ele eram alvo da bondade e do favor de Jesus. Os homens têm a tendência de amarem quando lhes é conveniente, ou quando lhes é fácil, mas Jesus não! Jesus amava constantemente, independentemente das circunstâncias. Mesmo quando estava na cruz do Calvário, cheio de dores, e numa situação humilhante, Jesus não deixou de amar aqueles que estavam a sua volta.


Enquanto estava na cruz, Jesus rogou ao Pai Celeste que perdoasse aqueles que o tinham ofendido e maltratado, como nos mostra o versículo seguinte: “Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes.” Lc 23:34. O amor que Jesus demonstrou, foi um amor que perdoa, até as maiores ofensas.


No evangelho de Mateus vemos os ensinamentos de Jesus sobre como deveríamos amar. Jesus nos ensina que não deveríamos amar apenas aqueles que nos amam, que desejam o nosso bem, mas também aos nossos inimigos e aqueles que nos maldizem.

 
Nos versículos seguintes vemos isso: “Eu porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; (…) Porque, se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem os publicanos também o mesmo? E, se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os gentios também o mesmo?” Mt 5:44, 46-47.

 
Os homens têm a tendência de amar apenas quando têm a hipótese de terem o retorno desse amor, ou seja quando têm alguma vantagem. O Senhor Jesus nos ensinou que devemos segui-Lo, emita-Lo nas suas atitudes para se possamos ter um comportamento agradável ao Pai Celeste.


A nossa carne, ou velha natureza diz-nos que devemos tratar mal a quem nos trata mal, e amar a quem nos ama. A nossa velha natureza, aconselha-nos a fazer o bem quando temos vantagens, ou por outras palavras, aconselha-nos a não fazer o bem quando não ganhamos nada com essa boa atitude.


Mas, devemos negar a nossa carne, e seguir ao nosso Senhor Jesus, como nos diz o versículo seguinte: “Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á: e quem perder a vida por minha causa achá-la-á. Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?” Mt 16:24-26.


Devemos seguir o Senhor Jesus e amar constantemente como Ele amava, independentemente das circunstâncias em que nos encontremos, como o nosso Senhor que amou até quando estava na Cruz do Calvário. Todos os que estão a nossa volta devem ser alvos dos nossos atos de amor, da mesma forma como todos os homens são alvos do amor de Deus; porque Deus ama tanto os bons como os maus.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Como devemos ver os sofrimentos

Os sofrimentos na vida cristã não devem ser motivo para desânimo e para questionamento do poder de Deus. Pelo contrário, devem ser vistos como uma oportunidade para crescermos espiritualmente, como situações que vão permitir mostrar a nossa fidelidade e amor a Deus.

O nosso Senhor Jesus é o nosso exemplo de como passar por sofrimentos sem desanimar e mantendo sempre o amor ao próximo. O nosso Mestre foi insultado, espancado, condenado a morte por crucificação, tudo injustamente; e nunca mostrou-se indignado e revoltado com a sua situação, pelo contrário, deixou-se levar para o Clavário como uma ovelha para o matadouro.


Enquanto esteve na cruz do Calvário agonizando de dor, lembrou-se com amor dos que o tinham maltratado e pediu ao Pai Celeste que os perdoasse porque não sabiam o que estavam a fazer. Podemos ver as palavras do Senhor Jesus no versículo seguinte: “Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como aos malfeitores, uma a direita, outro à esquerda. Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então repartindo as vestes dele, lançaram sortes.” Lc 23:33-34.


Jesus Cristo enquanto ministrava as multidões ensinou que deveríamos amar os nossos inimigos e orar pelos que nos perseguem. Vemos os ensinamentos de Jesus nos versículos seguintes: “Eu porém vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem;” Mt 5:44. Por outras palavras, devemos interceder junto ao Pai Celeste por aqueles que nos fazem sofrer injustamente, da mesma forma como Jesus Cristo fez na Cruz do Calvário.


O apóstolo Pedro diz-nos na sua primeira epístola que devemos seguir o exemplo do nosso Mestre que nunca cometeu pecado e quando ultrajado, não ultrajava e quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se ao Pai Celeste. Para além de sofrer injustamente e clamar pelos que o agrediram, o Mestre também passou por toda essa dor e sofrimento por amor, para que os nossos pecados fossem pagos.


Vemos o conselho do apóstolo Pedro no versículo a seguir: “Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos, o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca; pois quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente,” 1Pe 2:21-23.


O nosso Senhor Jesus aconselha-nos também a encarar com bom ânimo os sofrimentos da vida, pois o nosso Mestre venceu o mundo, venceu o pecado, a morte e foi preparar, para nós, um lugar no céu. “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” Jo 16:33.


Ao vermos o fruto demonstrado pelo nosso Senhor Jesus, que perseverou até ao fim na sua missão de salvar a humanidade, e hoje está assentado a dextra de Deus Pai e é o nome sobre todo o nome, devemos ter bom ânimo alegrar-nos porque o Pai Celeste também nos recompensará. Para além disso enquanto passamos pelo processo de sofrimento, também crescemos em perseverança, em experiência de caminhada com Deus, e a nossa esperança em estarmos, um dia com Jesus eternamente, no céu aumenta.