quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Ministério da oração: um pilar da Igreja

Normalmente somos ensinados sobre a importância de servir a Igreja,  e por isso somos levados a pensar em nos dedicarmos a muitos ministérios importantes como a pregação, o louvor, serviços sociais, e muitos outros. Contudo, é muitas vezes nos esquecemos da importância do ministério da oração. 
 
O ministério da oração tem uma enorme  importância na vida da Igreja e por isso pode-se dizer que é a base de sustentação de toda a obra na Igreja. É a oração que permite que hajam os outros ministérios como o ministério da pregação, do louvor, dos serviços sociais, e outros. Isto porque, é através da oração que a Igreja consegue capacitação pelo Espírito Santo para o desempenho de todas as atividades da Igreja.
 
Por exemplo, é através da oração que o pregador consegue a unção do Espírito Santo necessária para o estudo da Palavra; e é também através da oração que o crente consegue o revestimento do Espirito Santo que capacita os intervenientes do louvor a adorarem e exaltarem a Deus nos seus corações e através das suas  cordas vocais. Não nos podemos esquecer que é também através da oração que a Igreja consegue voluntários para sustentarem a obra e ao mesmo tempo consegue que o Espírito Santo encha o coração dos crentes de amor pelo próximo capacitando para os serviços sociais. 
 
A oração, é portanto, um pilar para a Igreja e por isso todos aqueles se se envolvem nos outros ministérios devem envolver-se também no Ministério da Oração.  Na Bíblia vemos a importância da oração na capacitação individual com o Espírito Santo e também na operação de livramentos.  Por exemplo, todos aqueles que perseveram unidos na oração foram revestidos pelo poder do Espírito Santo no dia do Pentecostes (At 2:1-4).
 
Com a oração, os apóstolos ficaram revestidos pelo Espírito Santo por isso capacitados para pregar a Palavra e enfrentar as perseguições dos judeus. No livro dos atos dos apóstolos vemos que o apóstolo Pedro depois de revestido pelo Espírito Santo preferia ser espancado do que deixar de falar no nome do Senhor Jesus. Por isso perante as ameaças dos membros do Sinédrio Pedro afirmou: "(…) Julgai se é justo diante de Deus ouvir-vos a vós outros do que a Deus;" At 4:19. 
 
A Bíblia também relata outro exemplo da importância da oração na vida dos crentes, nos atos dos apóstolos. No capítulo doze deste livro vemos que Herodes tinha mandado matar Tiago e vendo que isso agradara ao povo, resolveu prender ao apóstolo Pedro. No entanto, a Igreja orava incessantemente por Pedro e um anjo veio em resposta das orações e libertou a Pedro de uma forma extraordinária. 
 
Podemos ver isso no versículo seguinte: "Pedro, pois, estava guardado no cárcere; mas havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele. (…) Eis, porém, que sobreveio um anjo do Senhor, e iluminou a prisão; e tocando ele o lado de Pedro, o despertou, dizendo: levanta-te depressa! Então, as cadeias caíram-lhe as das mãos. Disse-lhe o anjo: Cinge-te e calça as sandálias. E ele assim fez. Disse-lhe mais: Põe a capa e segue-me." At 12: 5,7-8.  
 
O nosso Senhor Jesus mostrou-nos a importância da oração na vida do crente, pois separava momentos de oração com o Pai não só antes de ministrar e curar as populações como também, nos momentos de cansaço. O nosso Mestre também rogava pelos seus apóstolos pedindo a Deus proteção para eles, como fez com Pedro, rogando que a sua fé não desfalecesse. Por isso devemos seguir o exemplo do Mestre e dedicar-nos ao ministério da oração para termos capacitação para desempenharmos outros ministérios e para vermos o crescimento da Igreja. 

sábado, 9 de janeiro de 2016

Um relacionamento de intimidade com Deus

 
O nosso Deus deseja ter um relacionamento intimo connosco, baseado num profundo amor. O nosso Deus é santo e o relacionamento com Ele tem algumas condições. Por isso a Bíblia aconselha-nos a conhecer a Deus para que possamos desenvolver a nossa intimidade com Deus, como vemos no versículo seguinte do livro do profeta Oseias: "Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor; como a alva, a sua vinda é certa; ele descerá sobre nós como chuva serôdia que rega a terra." Os 6:3.  
 
Como num relacionamento humano, o desenvolvimento de intimidade com Deus, implica que conheçamos o coração de Deus; por outras palavras, implica conhecer o que Ele gosta, o que Ele pensa e saber como é o Seu caracter. Uma das formas que o cristão possui para conhecer a Deus é através da leitura e meditação da Palavra de Deus. 
 
A Palavra de Deus permite ao cristão perceber o que Deus pensa de vários assuntos, inclusive sobre o comportamento do homem e por isso responde a várias questões sobre o que Deus gosta, como pensa e demonstra também o seu caracter.  Por isso o salmista afirma: "Feliz o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento; porque melhor é o lucro que ela dá do que a prata, e melhor é a sua renda do que o ouro mais fino." Pv 3:13-14.
 
O desenvolvimento da intimidade com Deus traduz-se numa descoberta do que Deus gosta no comportamento do homem e de que tipo de coisas o homem deve evitar para agradá-Lo. Nessa descoberta o cristão vai necessariamente abdicando que coisas para agradar a Deus, e ao mesmo tempo vai investindo naquilo que O agrada de forma a sentir que o relacionamento aumenta em amor e intimidade.  
 
Ao longo da Bíblia vemos exemplos das consequência da falta de intimidade com Deus que acabava por traduzir-se na falta de conhecimento de Deus, das suas leis, mandamentos e juízos. Deus usou vários profetas para advertirem ao povo de Israel que estavam a afastar-se de Deus; que precisavam de ter mais conhecimento sobre o que agradava e Deus e o que O desagradava. 
 
Um exemplo da advertência de Deus ao povo de Israel é o versículo seguinte:" Ouvi, a palavra do Senhor, vós, filhos de Israel porque o Senhor tem uma contenda com os habitantes da terra, porque nela não há verdade, nem amor, nem conhecimento de Deus." Os 4:1. 
 
No livro de Isaías vemos a tristeza de Deus pelo afastamento do povo de Israel de Si; pelo facto de o povo de Israel não conhecer o seu próprio Senhor, ao contrário dos próprios animais domésticos que conhecem o seu dono. Podemos ver isso no versículo seguinte: "O boi conhece o seu possuidor, e o jumento, o dono da sua manjedoura; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não me entende. Ai desta nação pecaminosa, povo carregado de iniquidade, raça de malignos, filhos corruptores; abandonaram o Senhor, blasfemaram do Santo de Israel, voltaram a trás." Is 1:3-4. 
 
No livro de Jeremias vemos também as palavras de Deus entristecido com o seu povo porque constata que pelas suas más ações que recusam conhecê-Lo. "Cada um zomba do seu próximo, e não falam a verdade; ensinam a sua língua a proferir mentiras; cansam-se de praticar a iniquidade. Vivem no meio da falsidade; pela falsidade recusam conhecer-me, diz o Senhor." Jr 9:5-6. 
 
Contudo, o povo não deu ouvidos  e a falta de conhecimento de Deus fez com o povo de Israel pecasse, sucessivamente mais contra Deus, até ao ponto de Deus decidir trazer juízo sobre o povo de Israel. Assim, por causa do seu pecado, o povo de Israel foi obrigado a ir para o exílio na Babilónia. O povo sofreu assim grandes perdas: muitas famílias foram mortas e todos os seus bens destruídos; outras famílias foram obrigadas a sair de suas casas e ir para Babilónia. 
 
 
O conhecimento de Deus é muito importante para um bom relacionamento com o nosso Senhor e para um relacionamento correto com o nosso próximo. O nosso Deus é Santo, Misericordioso, Bondoso e precisamos de ter isso em conta para nos relacionarmos com Ele e para termos um relacionamento com o nosso próximo que Lhe seja agradável. 
 
 
 

sábado, 2 de janeiro de 2016

Jesus Cristo veio para salvar e não para condenar

O nosso Senhor Jesus Cristo veio ao mundo na forma de homem, apesar de ser o Filho Unigénito do Pai, para salvar os pecadores e não para condena-los.  Durante vida de Jesus Cristo muitos se admiraram por Ele sentar-se e comer com pecadores.  O objetivo do nosso Senhor era exatamente resgatar os pecadores, como os publicanos e outas pessoas excluídas da sociedade pelos seus pecados. 
 
Sendo Santo, Jesus Cristo odeia o pecado, contudo, o nosso Salvador não exclui o homem, da sua presença, pelo seu pecado; antes, acolhe-o afetuosamente e dá ao pecador uma nova vida, com uma nova identidade. A humanidade jaz no pecado e por isso o Pai Celestial, o Filho Unigénito e o Espírito Santo trabalham em conjunto para que o homem não se perca eternamente e para que não seja condenado pelo seu pecado. 
 
Por isso o nosso Deus Pai enviou o seu Filho Amado ao mundo, para que todos aqueles que nele cressem não perecessem eternamente mas tivessem a salvação, a vida eterna no reino celestial, como podemos ver no versículo seguinte: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigénito, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha avida eterna." Jo 3:16. O Espírito Santo atua no coração de cada homem para que ele se arrependa dos seus pecados e para que se converta a Jesus Cristo.  
 
Por isso por cada vez que um pecador se arrepende, e Jesus Cristo consegue resgata-lo das trevas, como um pastor resgata um ovelha perdida, o Pai celeste, o Filho Unigénito de Deus, e o Espírito Santo se alegram grandemente juntamente com todo o reino celestial. O nosso Senhor Jesus explica-nos isso no versículo seguinte: "Eu vos afirmo que, de igual modo, há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende." Lc 15:10. 
 
Esta é a grande missão de Jesus Cristo salvar os pecadores da condenação eterna e por isso a grande alegria que existe no céu,  por cada pecador resgatado, é explicado por Jesus Cristo com a parábola do filho pródigo. O filho pródigo representa todos os pecadores que por ignorância ou por iniciativa própria estão no reino das trevas perdidos. Estes pecadores estão no mundo buscando penas a satisfação dos seus prazeres e satisfeitos por sentirem-se independentes do Pai Celeste. 
 
Contudo, o mundo oferece prazeres momentâneos que rapidamente terminam, deixando um vazio;  uma miséria espiritual, e muitas vezes financeira. Por isso, na vida do pecador, o Espírito Santo luta a cada dia para convence-lo a voltar-se para Deus e deixar a vida independente e mundana em que se encontra. Quando o pecador, como o filho pródigo, cai em si, apercebe-se de que é um pecador e se arrepende voltando para a casa do Pai, há grande alegria no céu.  
 
O nosso Mestre fala da atitude do pecador arrependido com as seguintes palavras: "Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm pão em fartura, e eu aqui morro de fome! Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me com um dos teus trabalhadores." Lc 15:17-19. 
 
O Pai celeste recebe o pecador de braços abertos com grande alegria e dá-lhe novas vestes um anel simbólico da sua filiação e também novas sandálias como nos diz o nosso Senhor nos versículos seguintes: "O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés;" Lc 15:22. O nosso Pai Celeste, Jesus Cristo e o Espírito Santo trabalham para que o pecador se arrependa e aceite a Jesus Cristo como Senhor e Salvador da sua vida. O nosso Senhor, por isso não exclui o pecador mas recebe-o e regenera-o. 

sábado, 26 de dezembro de 2015

Não vivamos para nós mesmos


A época do Natal é a celebração do nascimento do nosso Salvador Jesus Cristo. Contudo, com o aumento de marcas e indústrias variadas, tem-se visto um aumento da publicidade de todos estes produtos na época do Natal. Por isso, ao Natal ficou-se associado ao Pai Natal, como uma oportunidade de maior consumismo.

Assim, o Natal não é hoje apenas a celebração do nascimento de Jesus mas também do Pai Natal, do consumismo, da satisfação de todos os prazeres e sonhos que possamos ter. Conduto, o nosso Senhor, aquele a quem celebramos o nascimento, nasceu para que não vivamos para nós mesmos, e para a satisfação dos nossos sonhos e desejos, mas para o nosso Deus e para cumprir aquilo que Ele determinou para as nossas vidas.

O nosso Senhor Jesus, sendo Deus, nasceu nesta terra e viveu como homem humilde, ensinando como o homem deveria viver de forma a agradar ao Pai Celeste. Para consumar o plano de salvação de toda a humanidade o nosso Senhor Jesus morreu nas Cruz do Calvário pelos pecados e todos nós.

O apóstolo Paulo descreva nas sua segunda epístola aos Coríntios que: “E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.” 2Co 5:15. O nosso Senhor salvou-nos para que não vivêssemos apenas para nós mesmos, e para a satisfação dos nossos desejos, mas para Deus; produzindo as obras que Ele planeou que andássemos nelas.

O nosso Senhor Jesus salvou-nos para que O amassemos e amássemos ao nosso próximo como a nós mesmos. O nosso Mestre deseja que nos assemelhemos a Ele no carácter, que amemos como Ele nos amou e que nos preocupemos com o nosso próximo, com aqueles que têm necessidades e não somente connosco.

Sendo imitadores do nosso Senhor, e seguidores Dele, que é Santo, e a Luz do mundo, devemos ser o sal da terra; aqueles que têm como função preservar a sociedade e manter os valores morais ensinados pelo Mestre. Somos também a luz do mundo, aqueles que mostram a Verdade ou seja, os ensinamentos do Mestre ao mundo.

O cristão tem como função ser embaixador de Jesus Cristo, representante na terra do reino celestial e dos seus valores. Por isso não devemos viver de acordo com a nossa vontade, mas de acordo com os ensinamentos do nosso Senhor e Rei Jesus Cristo. Como diz o apóstolo Paulo na segunda carta aos Coríntios, Deus usa-nos para exortar o mundo a reconciliar-se com Ele.

Podemos ver este assunto no seguinte versículo: “De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois rogamos que vos reconcilieis com Deus.” 2Co 5:20. Para além de sermos embaixadores também somos servos de Deus e por isso devemos viver para cumprir a sua vontade para a nossa vida.

Os cristãos, como servos de Jesus Cristo, são mordomos de tudo o que têm: dos seus talentos, das suas finanças, dos seus relacionamentos. Por isso, todos cristãos terão de dar contas a Deus de tudo o que tiverem feito em vida. No seguinte versículo da segunda carta aos Coríntios vemos isso: “Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou mal que tiver feito por meio do corpo.” 2Co 5:10.

Por tudo isso a celebração do Natal é a celebração do nosso Senhor Jesus Cristo, e dos seus valores. Não podemos deixar-nos confundir e sermos levados pelo consumismo que a publicidade de tandos produtos e marcas apelam. Devemos lembrar-nos que já não somos de nós próprios e que fomos salvos para não vivermos para nós mesmos, mas para Deus.

domingo, 20 de dezembro de 2015

A verdadeira riqueza

Na nossa sociedade é considerado um homem rico aquele que tem muitos bens, e que goza todos os prazeres da vida em abundância. O nosso Senhor Jesus ensina-nos que esta mentalidade é errada e que a verdadeira riqueza do homem não se traduz pela abundância de bens que um homem possui.
No evangelho de Lucas vemos as palavras de Jesus sobre a ânsia de ter cada vez mais e sobre a vontade de acumular riquezas: “Então, lhes recomendou: Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância de bens que possui.” Lc 12:15.
O nosso Mestre contou por isso uma parábola para explicar este assunto. Nesta parábola, um homem rico, dono de um campo, depois de verificar que o seu campo tinha produzido em abundância, começou a pensar para si mesmo: (…) Que farei, pois não tenho onde recolher os meus frutos?” Lc 12:17.
A solução para o problema foi a seguinte: “E disse: Farei isto: destruirei os meus celeiros, contrui-los-ei maiores e aí recolherei todo o meu produto e todos os meus bens.” Lc 12:18. Este homem demonstrou que ansiava por acumular cada vez mais riquezas, e que preocupava-se em não perder nenhum dos seus bens, pois provavelmente temia lhe roubassem.
Essa solução demonstra que ele era avarento e que amava as riquezas que possuía. A contemplação de um celeiro maior cheio de riquezas era para ele motivo de gozo e segurança. Por isso pensou que quando tivesse toda a sua riqueza armazenada num celeiro maior, que poderia dizer: “ Então, direi a minha alma: tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te.” Lc 12:19.
Contudo, o nosso Mestre mostra o que Deus pensa dos homens quando afirmam essas palavras: “Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus.” Lc 12:20-21.
O nosso Mestre mostrou com esta parábola o que o mundo ensina sobre o acumular tesouros é errado. Aqueles que se preocupam em ajuntar tesouros na terra são loucos porque a qualquer momento podem lhes pedir a alma deles e todos os bens que acumularam ficam na terra.
O mundo cultiva a ideia de que quanto melhor nos vestimos e quanto melhor comemos e bebemos mais plena é a vida. Mas o nosso Senhor Jesus mostra que é uma loucura entesourar para nós mesmo mas não sermos rico para com Deus.
Como a nossa alma é mais importante do que a roupa que vestimos e a comida que comemos, o nosso Mestre ensina-nos que não devemos andar ansiosos com o vestir e o comer. A ansiedade cultivada pela mentalidade do mundo, sobre a roupa e a comida devem ser banidas na vida do cristão.
A nossa alma ou contrário do nosso corpo é eterna e a forma como o homem vive a sua vida determina e destino eterno da mesma. Por isso o nosso Mestre aconselha-nos a não nos entregarmos a inquietações, mas sim a buscar em primeiro lugar o reino de Deus porque tudo o resto nos será acrescentado.
O nosso Mestre aconselha-nos a usar os nossos bens para ajudar os mais desfavorecidos porque desta forma podemos acumular riquezas nos céus. Ao contrário dos ensinamentos do mundo o nosso Senhor Jesus diz-nos que enriquecemos quando partilhamos com o nosso próximo; quando auxiliamos aqueles que se encontram aflitos. Esta é a verdadeira riqueza, porque assim somos ricos para com Deus e investimos na vida eterna.